quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Emagrecer

Esse mundo tá esquizofrênico... Coisa louca. A mulher engordou 30 quilos para se submeter à cirurgia. Ou seja, pagou para engordar. Vai entender.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Haja dinheiro...


15/01/2010 - 19h07

Fazer compras queima quase 400 calorias por semana, diz pesquisa

Da Redação
De São Paulo
Pronto, bater pernas em lojas já pode ser considerado atividade física. Uma pesquisa indicou que a média das mulheres gata 385 calorias por semana ao fazer compras.
Duas horas de compras seguidas podem queimar 283 calorias, enquanto três podem matar todas as calorias de um Big Mac, explicou matéria do Daily Mail.
DIETA
Getty Images
Segundo a pesquisa encomendada pela Debenhams, por ano são 248 km percorridos. As mulheres gastam 2,5 horas e 4,7 km em compras por semana, enquanto os homens são mais rápidos e andam menos: 50 minutos e 2,4 km.
Mais de 2000 entrevistadas disseram quem ficam mais cansadas depois de um dia de compras do que um treino na academia, mas dois terços delas não consideram a atividade um exercício.
Em uma pesquisa separada, da linha de sobremesas da Nestlé Skinny Cow, cientistas calcularam que mulheres queimam 5 calorias por minuto que gastam vasculhando pratelheiras, o que dá quase 48 mil por ano. Elas gastam cerca de 13 horas por mês em lojas, shoppings e supermercados.

Nova regra de saúde: não estresse tanto com a saúde

São Paulo, segunda-feira, 18 de janeiro de 2010 

Já comeu suas 5 a 9 porções de legumes hoje? Fez uma hora de exercício? Reduziu o consumo de gorduras saturadas e dormiu oito horas? 
Ditar regras para a vida saudável se tornou uma espécie de indústria, mas, quando se trata de alcançar essas metas, muitos sentimos que não chegamos lá. Agora a médica Susan Love, respeitada especialista em saúde da mulher, propõe uma nova regra: pare de se preocupar com a sua saúde.
No recém-lançado livro "Live a Little! Breaking the Rules Won't Break Your Health" ("Viva um pouco! Quebrar as regras não vai quebrar a sua saúde"), Love diz que a saúde perfeita é um mito e que a maioria de nós está bem mais saudável do que pensamos.
Love, professora de cirurgia na Escola de Medicina David Geffen, na Universidade da Califórnia, Los Angeles, diz que desrespeitar as várias regras de saúde é uma grande fonte de estresse e culpa, particularmente para as mulheres. "A meta é viver para sempre?", disse ela numa entrevista recente. "Eu argumentaria que não. É realmente viver o máximo que puder, com a melhor qualidade de vida que puder."
O livro, escrito com Alice Domar, professora de Harvard e psicóloga do Centro Médico Beth Israel Deaconess, de Boston, aborda pesquisas e conselhos em seis áreas da saúde -sono, estresse, prevenção, nutrição, exercício e relacionamentos. Em todas, escrevem elas, os maiores riscos estão nos extremos e o meio termo é maior do que achamos.
Veja a questão do sono. A maioria acha que é melhor dormir pelo menos oito horas por dia. Mas os estudos sobre os quais tal crença se baseia avaliam o quanto homens e mulheres dormem sob condições ideais -silêncio, escuridão e sem responsabilidades além de participar em um estudo do sono. Eles não nos dizem nada sobre quanto sono realmente precisamos no dia a dia ou o que acontece se dormirmos menos.
Um relatório publicado em 2002 na revista "Archives of General Psychiatry" concluiu que pessoas que dormem sete horas por noite tinham menos propensão a morrer ao longo de um estudo de seis anos. Dormir mais do que sete horas ou menos que cinco aumentava o risco de mortalidade. Não ficou claro no estudo se o excesso ou falta de sono aumentava o risco, ou se algum problema de saúde subjacente afetava o sono.
"Precisamos ser mais realistas", disse Love. "Se você está sonolento o tempo todo, não está dormindo o suficiente para você. Se você fica bem com seis horas, não se preocupe com isso."
E não há nada de mágico na perda de peso. Pessoas obesas e abaixo do peso têm taxas de mortalidade maiores, mas as pessoas que estão acima do peso são tão saudáveis quanto as de peso normal -e às vezes mais. "A meta é ser o mais saudável e ter a melhor qualidade de vida possível", disse Love. "Não é ser magro."
Elizabeth Barrett-Connor, professora de medicina familiar da Universidade da Califórnia, San Diego, alerta para que essa mensagem de despreocupação com a saúde não vire pretexto para comer demais ou ficar sedentário. "No processo de traduzir esta mensagem para as massas, [as pessoas] podem sentir que foram perdoadas. Elas não devem se sentir como se estivessem pecando, mas não devem sentir que isso é uma licença para não tentar melhorar", disse Barrett-Connor.
Love disse que muita gente parece ter perdido de vista o que é ser saudável. "A meta não é chegar ao céu e dizer 'Sou perfeito'. É usar o seu corpo, se divertir e viver um pouco."

domingo, 17 de janeiro de 2010

Atividade Física e Qualidade de Vida


Qual Life Res. 2010 Jan 14. [Epub ahead of print]

Are youth BMI and physical activity associated with better or worse than expected health-related quality of life in adulthood? The Physical Activity Longitudinal Study.

School of Kinesiology & Health Studies, Queen's University, Kingston, ON, K7L 3N6, Canada, 5ch3@queensu.ca.
PURPOSE: Body mass index (BMI) and physical activity (PA) affect health-related quality of life (HRQL); however, the long-term impact of youth BMI and PA on adult HRQL is unknown. We investigated the relationship of youth BMI and PA to adult HRQL 22 years later. METHODS: Subjects included 310 participants aged 7 to 18 in the 1981 Canada Fitness Survey, followed up in 2002-2004. The associations of youth BMI and leisure time PA to adult HRQL were examined, comparing to age- and sex-adjusted Canadian SF-36 norms. RESULTS: Bivariate analyses revealed positive associations between youth overweight and mental aspects of adult HRQL, but little association with physical aspects. In logistic regression adjusting for adult BMI and other covariates, overweight youth were 7 times more likely than healthy weight youth to score at/above the norm on both mental health (MH) and bodily pain, and almost 18 times more likely on the mental component score (MCS). Youth BMI was also positively associated with general health (GH), social functioning, and role emotional. Removing adult BMI from the models led to attenuated associations with mental HRQL and no association with GH. Longitudinal BMI status change was explored, and findings supported the main regression results. Youth PA was not associated with adult HRQL. CONCLUSIONS: Youth overweight conveyed a long-term positive impact on several aspects of adult HRQL, and this impact may be both direct and indirect through BMI change and the effect on adult BMI. Youth PA had no long-term impact on adult HRQL.

Atividade física vigorosa é que resolve

Diversos estudos têm mostrado a relevância da atividade física vigorosa. Neste, abaixo, conduzido recentemente com japoneses registra um avanço: fazer muita ou fazer pouca atividade?
Aparentemente, ambas as situações resolvem, mas a segunda resolve mais do que a primeira...


Diabetes Res Clin Pract. 2010 Jan 12. [Epub ahead of print]

The effects of vigorous physical activity on intra-abdominal fat levels: A preliminary study of middle-aged Japanese men.

Doctoral Program in Sports Medicine, Graduate School of Comprehensive Human Sciences, University of Tsukuba, Ibaraki, Japan; Japan Society for the Promotion of Science, Tokyo, Japan.
AIM: To examine the effects of vigorous physical activity (PA) on intra-abdominal fat (IF) levels in obese men. METHODS: Thirty-seven obese men (mean age: 47.6+/-8.6 years) engaged in a 12-week aerobic exercise program on a regular basis (3 days/week). We divided them into low volume of vigorous PA group (n=19) or high volume of vigorous PA group (n=18), based on the median time spent (34.3min/week) in vigorous PA (over 6.1 metabolic equivalents assessed by a single-axis accelerometer) throughout the program. RESULTS: Regular exercise reduced IF levels (measured by computed tomography) from 188.1+/-53.9cm(2) to 170.3+/-46.6cm(2) for the low volume of vigorous PA group and from 167.9+/-44.3cm(2) to 137.9+/-40.6cm(2) for the high volume of vigorous PA group. Two-way (timexgroup) ANOVA revealed no significant interactions for the IF level. However, correlation analysis for all participants showed that time spent in vigorous PA throughout the program significantly correlated to IF reductions after adjusting for initial levels of IF, vigorous PA and weight changes (r=-0.42, P=0.02). CONCLUSION: This study suggests that vigorous PA may affect IF reductions in obese men.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Até os 11 anos, depois já era.

..Atividade física aumenta entre meninos e diminui entre meninas
15 de Janeiro de 2010
O nível de atividade física aumentou entre os meninos e diminuiu entre as meninas de Pelotas. Esse foi o resultado de um estudo feito pelos pesquisadores Samuel Dumith, Denise Gigante e Marlos Domingues, do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas, que contou com a colaboração do pesquisador Harold Kohl, da Universidade do Texas, Estados Unidos. Foram entrevistados 4.120 adolescentes que fazem parte de um projeto chamado Coorte de 1993, que acompanha todos os indivíduos que nasceram em Pelotas, em 1993. Esses adolescentes foram visitados em suas casas em 2004, quando tinham 11 anos de idade, e em 2008, quando tinham 15 anos.
Enquanto a maioria dos estudos mostra que existe um declínio da atividade física durante a adolescência, os resultados do estudo realizado em Pelotas mostram redução somente para as meninas, de 120 para 90 minutos por semana (redução de 25% dos 11 aos 15 anos). Por outro lado, os meninos da Coorte de 93 aumentaram sua atividade física, passando de 270 minutos por semana em 2004 para 330 minutos por semana em 2008 (aumento de 22%). Dessa forma, o aumento na prática de atividade física entre os adolescentes do sexo masculino pode ser visto como um resultado surpreendente e positivo.
Um dado interessante, segundo Dumith, é que os adolescentes que não praticam determinada atividade aos 11 anos, dificilmente começarão a praticar após essa idade. Sendo assim, estimular o envolvimento em diversos tipos de atividades esportivas durante a infância e início da adolescência deveria ser uma prioridade de políticas públicas para promover a prática de atividade física. Outro resultado que merece destaque é que adolescentes ativos aos 11 anos têm mais chance de serem ativos aos 15 anos. Isso mostra que o comportamento futuro tem forte relação com o comportamento apresentado no passado, ao menos no que se refere à prática de atividade física.
Os pesquisadores também investigaram os fatores responsáveis pela mudança da atividade física durante a adolescência. O principal fator, dentre os diversos estudados, foi o nível de atividade física da mãe. Os adolescentes cujas mães aumentaram a prática de atividade física tiveram mais chance de se tornarem ativos. Outro fator importante foi a maneira de criação do adolescente. Aqueles que foram criados mais soltos, comparados aos seus amigos, foram mais ativos do que aqueles criados mais dentro de casa.
Algumas diferenças foram observadas conforme o sexo do adolescente. Entre os meninos, por exemplo, os que mais aumentaram a prática de atividade física foram os mais pobres. A hipótese para isso é que os mais ricos estão mais envolvidos em atividades sedentárias. Outro achado interessante é que os meninos que têm medo de morar no bairro têm menos chances de virem a ser ativos. Assim, cuidar da segurança do bairro pode contribuir para aumentar a prática de atividade física.
Para as meninas, aquelas que tiveram sua menstruação mais cedo (antes dos 12 anos) tiveram maior redução no nível de atividade física do que aquelas que menstruaram mais tarde. Além das alterações hormonais dessa fase, as meninas mais maduras podem apresentar maior interesse por outras atividades e menor atração pela prática de esportes. Mas também é possível que as meninas mais ativas menstruem mais tarde. Outra variável importante para elas foi o tempo gasto na frente da televisão, videogame e computador. As adolescentes que aumentaram o tempo ocupado com tais atividades tiveram mais chance de se tornarem sedentárias dos 11 aos 15 anos.
Este é o primeiro estudo no Brasil que investigou a mudança da atividade física na adolescência e os fatores responsáveis por esse evento. A pesquisa mostra dados inéditos e de grande importância para pais, professores, pesquisadores, gestores de saúde, órgãos públicos e privados. Os resultados completos desta pesquisa serão publicados em breve, em revistas especializadas, sob a forma de artigos científicos. A tese Mudança da atividade física na adolescência e seus preditores: um estudo prospectivo no Sul do Brasil será defendida por Samuel Dumith nesta terça-feira(19), às 9h, no auditório Kurt Kloetzel do Centro de Pesquisas Epidemiológicas da UFPel. Formarão a banca os professores Bernardo Horta, Mário Renato Azevedo Júnior e Mauro Barros.

Professor de Educação Física pra quê?


Diversos fatores levam os adolescentes à prática de atividades físicas, mas o professor de educação física não é um deles

Do boletim diário da Agência FAPESP:
Por Alex Sander Alcântara
Agência FAPESP – Diversos fatores levam os adolescentes à prática de atividades físicas, mas o professor de educação física não é um deles. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
O estudo de revisão da literatura científica publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, no entanto, aponta divergências entre as pesquisas que abordam determinantes demográficos, biológicos, psicológicos e socioculturais da prática de atividades físicas entre adolescentes.
Além disso, o trabalho apontou que a condição socioeconômica elevada e a participação da família influenciaram positivamente a prática de atividades pelo adolescente. O dado mais preocupante foi que o professor de educação física pareceu não representar um fator propiciador da atividade física.
“É importante perceber que um comportamento tão complexo e multifatorial, como é a atividade física, não é explicado por uma única variável, ou por uma teoria interpretativa qualquer. Uma conclusão bem relevante das pesquisas epidemiológicas de natureza analítica é que, da variável total da atividade física, a percentagem atribuída aos fatores determinantes se situa entre os 10% e 30%”, afirmou um dos autores do estudo, André Seabra, professor da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, à Agência FAPESP.
Na revisão foram incluídos apenas estudos efetuados com amostras superiores a cem adolescentes com idades entre dez e 18 anos, que adotaram delineamentos de pesquisa transversal e que utilizaram questionários.
Para a pesquisa dos artigos foram consultadas as bases de dados Medline e SportDiscus, entre 1977 e 2006, utilizando-se as palavras-chave em inglês “physical activity”, “sport participation”, “demographic-biological and social-cultural determinants” e “adolescents”.
De acordo com Seabra, é natural que os resultados encontrados sejam divergentes, mas é preocupante que não haja algum consenso a respeito da influência positiva do professor de educação física na atividade física dos alunos, visto que ele deveria ser um dos principais motivadores nessa relação.
“Não existe outro grupo social que esteja tão bem preparado para prevenir a inatividade física como o dos profissionais de educação física. Esse grupo profissional terá efetivamente, a muito curto prazo, de estar envolvido no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas que tenham como principal objetivo o aumento dos níveis de atividade física de crianças e adolescentes”, afirmou.
A disciplina de educação física, que segundo o professor português tem sido historicamente justificada pelos objetivos de caráter físico, social e moral, precisaria englobar em seus programas objetivos da área da saúde pública. “É importante destacar que o principal desafio que se coloca atualmente a esses profissionais é o de conseguir atuar em conjunto com os profissionais da saúde pública”, enfatizou.
Segundo Seabra, a execução do estudo foi difícil devido à diversidade de conceitos e expressões utilizados. Em muitos dos trabalhos epidemiológicos analisados, conceitos como atividade física e prática esportiva eram freqüentemente utilizados como sendo sinônimos quando, na realidade, refletiam estruturas conceituais e operacionais distintas.
“Um outro aspecto não mencionado no texto, mas também considerado, disse respeito à região geográfica em que a investigação foi sido realizada. Como se sabe, tentar extrapolações de resultados provenientes de diferentes regiões é uma tarefa problemática, dado que, realidades históricas, sociais, culturais, políticas, econômicas e climáticas distintas têm influência muito diversa na atividade física”, explicou.
A idade se mostrou um dos determinantes biológicos mais estudados. A grande maioria dos trabalhos concordou que a atividade física é um comportamento que tende a diminuir em ambos os gêneros à medida que a idade aumenta. “No entanto, salientamos a existência de algumas pesquisas, realizadas por exemplo em Portugal, que mostram um aumento dos níveis de atividade física com o aumento da idade”, disse.
Tal pai, tal filho
O estudo também ressalta o fato de que os hábitos de atividade física na família ajudam a influenciar as atividades físicas. Segundo o trabalho, os pais e os pares parecem ser o elemento crítico no desenvolvimento da criança e do jovem em realização ao interesse e à participação nesse tipo de atividade.
“Parece ser evidente, na literatura consultada, que os pais ativos tendem a ter filhos igualmente ativos. Essa influência positiva dos progenitores se verifica por meio da modelação de comportamentos e das oportunidades de participação em atividades físicas e de acesso a equipamentos desportivos”, disse o professor da Universidade do Porto.
O estudo identificou que, na literatura, o aspecto socioeconômico também foi um fator determinante na prática de atividade física. Mas, segundo Seabra, os resultados são pouco consensuais, não permitindo identificar com clareza o sentido e a magnitude dessa associação.
“Tivemos alguns problemas na análise da leitura, uma vez que eram diversas as formas de avaliação do estatuto socioeconômico, como rendimento familiar, formação acadêmica, atividade profissional. Apesar dessas dificuldades, a grande maioria das pesquisas parece mostrar que as crianças e adolescentes de baixa renda tendem a estar em desvantagem na prática de atividade física”, apontou.
O problema principal reside, segundo ele, na hierarquia de cada um dos aspectos estudados. Por conta disso, seria importante identificar e hierarquizar a contribuição que diferentes fatores têm na explicação da atividade física. “Só dessa forma seria possível desenvolver programas de intervenção que contribuíssem para a diminuição dos baixos níveis de atividade física evidenciados entre adolescentes”, disse.
Seabra defende a necessidade de se efetuar um reformulação nos programas de disciplina de educação física, principalmente em relação objetivos e das matérias e conteúdos, de forma a conseguir manter altos níveis de participação, motivação e prazer nas crianças e adolescentes pela prática de atividade física.
“Em uma sociedade em que hábitos e comportamentos dos indivíduos parecem contribuir significativamente para o aumento da epidemia das doenças cardiovasculares e crônicas, existe uma clara razão para orientar parte dos objetivos da disciplina de educação física na área da educação para a saúde e a aquisição conseqüente de estilos de vida mais ativos”, destacou.
Para ler o artigo Determinantes biológicos e sócio-culturais associados à prática de atividade física de adolescentes, de André Seabra e outros, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui